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quarta-feira, 25 de maio de 2011

A História da Church of Satan

A História da Church of Satan
    Na noite de Walpurgisnacht, 30 de Abril de 1966, Anton Szandor LaVey cerimoniosamente rapou a sua cabeça, na tradição dos Yezidi, como parte de um ritual que estabeleceu a primeira organização da religião satânica: a Church of Satan. LaVey também declarou o ano 1966 como sendo o I Ano Satanas - o primeiro ano do reino de Satan.
    Apesar de terem existido muitos grupos "underground", como o Hell Fire Club e o Abbey of Thelema, que praticavam os mesmos princípios de LaVey, o nascimento da Church of Satan, que foi a primeira religião organizada, dedicada às filosofias satânicas, foi pública e publicitada.

    No espaço de um ano, a Church of Satan recebeu um reconhecimento a nível mundial, devido à cobertura mundial de muitos dos seus eventos. Muitos dos primeiros artigos sobre as "Missas Negras" semanais, apareciam em várias revistas dedicadas ao leitor masculino, devido à Church of Satan usar constantemente uma mulher nua como altar, nos seus rituais. No entanto, no dia 1 de Fevereiro de 1967 a Church of Satan apanhou o mundo de surpresa quando repórteres de todo o mundo juntaram-se em San Francisco para cobrirem o casamento satânico de John Raymond, um jornalista político, com Judith Case, a filha de um conhecido advogado de Nova York. Apesar de este não ser o primeiro casamento satânico a ser feito por Anton LaVey, a fama de John e Judith virem de uma boa família despertou interesse suficiente para o casamento se tornar no evento de San Francisco mais famoso de sempre, maior ainda que a inauguração da Golden Gate Bridge. Os artigos seguintes tornaram LaVey no "Papa Negro".

    Uns meses mais tarde, no dia 23 de Maio de 1967, LaVey achou que era tempo de mostrar ao mundo que o Satanismo não tinha nada a ver com sacrifícios de crianças, conduzindo o primeiro baptismo satânico da sua filha Zeena. Os jornalistas e fotógrafos começaram a fazer fila à porta da Black House tão cedo como 15 horas antes da cerimónia, de modo a conseguirem boas fotografias da menina de 3 anos que estava vestida num robe vermelho vivo completado com o seu medalhão com um Baphomet. Quando o ritual começou a jovem Zeena sentava-se sorridente enquanto o seu pai começava a recitar uma invocação poderosa que veio mais tarde a ser incluída no livro "Satanic Rituals". Ela adorou toda a atenção que recebeu dos fotógrafos que estavam cativados pela ideia de tanta inocência ser dedicada a Satan.

    Em Dezembro de 1967, a Sra. Edward Olsen abordou LaVey com o intuito de lhe perguntar se ele conduziria um funeral para o seu marido, um oficial Naval que tinha sido recentemente vítima de um acidente de automóvel. Apesar dos oficiais Navais terem algumas dúvidas sobre a ideia, acabaram por aceder ao pedido da Sra. Olsen. No funeral, soldados fardados alinharam com Satanistas de túnica negra; e quando o ritual acabou, os guardas Navais dispararam três salvas seguidos de gritos de "Hail Satan! Hail Edward!". Depois deste evento, o Satanismo foi incluido no Chaplain's Handbook das Forças Armadas, passando a ser uma religião reconhecida.

    No Outono de 1966, a bomba loura de Hollywood, Jayne Mansfield ouviu reportagens desta nova Igreja dedicada a Satan e conheceu o Papa Negro em pessoa. Anton e Jayne entenderam-se imediatamente, e ela rapidamente tornou-se num membro activo e mais tarde numa Sacerdotisa da Church of Satan. No entanto, o namorado/advogado de Jayne, Sam Brody, apercebeu-se que ela estava a apaixonar-se por Anton LaVey. Brody passou então a causar o máximo de problemas possíveis a Jayne e Anton, o que levou LaVey a pôr uma poderosa maldição nele. LaVey avisou Jayne que ela estava em perigo constante sempre que estava com Brody.

    Infelizmente Jayne não deu ouvidos a Anton, e a 19 de Junho de 1967, enquanto viajava para Nova Orleans com Sam Brody, o carro que conduziam acidentou-se contra um camião tanque, vitimando ambos. LaVey estava na altura em casa, em San Francisco, a recortar fotografias de uma revista quando reparou que no lado oposto de um recorte tinha cortado uma fotografia de Jayne ao longo do pescoço. Uns minutos depois recebeu uma chamada informando-o que Jayne tinha falecido quase completamente decapitada, num acidente de automóvel.

    Esta não foi a única envolvência da Igreja com Hollywood. Em 1968 LaVey fez o papel de Demónio na obra-prima de Roman Polanski: "A Semente do Diabo" (Rosemary's Baby). Além de actuar, LaVey foi conselheiro técnico e participou em eventos promocionais para o filme. Ao longo dos anos houve um número de membros ligados a Hollywood, como Sammy Davis Jr. e Marilyn Manson.

    Em 1969 o número de membros já tinha crescido para 10 mil membros no mundo todo, e LaVey decidiu que estava na altura de publicar o seu maior, mais diabólico, e mais blasfemo trabalho de sempre: "The Satanic Bible" (A Bíblia Satânica). Este livro tornou-se no pilar da Church of Satan daí para a frente. Seguiram-se "The Compleat Witch" em 1970 (mais tarde revisto e re-editado sob o nome "The Satanic Witch") e em 1972: "The Satanic Rituals".

    Nesta altura a Church of Satan já tinha estabelecido Grottos por todo o mundo e LaVey tentou fazer visitas papais a todos eles, conforme podia. Mas devido às constantes ameaças e agressões que recebia de terceiros, e problemas de segurança para si e para a sua família, LaVey achou que devia cortar com as relações públicas e por volta de 1970 todas as palestras e rituais públicos conduzidos por LaVey deixaram de existir. Depois, em 1972, todas as cerimónias semanais realizadas na Black House cessaram também. A organização e realização de actividades satânicas passou a ser responsabilidade dos Grottos, enquanto que o Grotto Central passou apenas a visionar, aprovar e guiar os membros activos da Church of Satan.

    A Church of Satan passou por uma vasta reorganização. LaVey queria que a sua organização se tornasse num cabal "underground" em vez de um Clube de Pen Pal satânico. Mas ao por um alto nas actividades públicas, LaVey levou à alienação de pequeno número de apoiantes. Isto levou a um pequeno cismar em 1975, quando o nº 1 do Grotto de Louisville, KY, Michael Aquino, juntamente com os seus devotos, separaram-se da Church of Satan e formaram uma nova religião e organização chamada Temple of Set.

    Enquanto o número de membros da Church of Satan continou a crescer durante os anos 70 e 80, LaVey continou um recluso virtual, raramente dando entrevistas ou aparecendo em público. Ele praticamente contactava com os amigos através do Boletim Informativo oficial da Church of Satan: "The Cloven Hoof". Quando a "Cloven Hoof" deixou de ser publicada em 1988, outras revistas satânicas como "The Black Flame" pegaram no que a Cloven Hoof deixou.

    Diane Hegarty administrou a Church of Satan, como Suma Sacerdotisa (High Priestess) desde 1966 até a sua separação de Anton em 1984. De 1985 a 1990, a filha mais nova de LaVey, Zeena, tomou o lugar da sua mãe como Suma Sacerdotisa. Quando Zeena deixou a sua posição e a Church of Satan em 1990, LaVey apontou Blanche Barton, a sua nova companheira e secretária, para a posição vaga.

    Blanche subsequentemente escreveu e publicou dois livros em 1990. Um foi "The Church of Satan", que detalhava a história da Church of Satan e o segundo foi "The Secret Life of a Satanist", a biografia autorizada de Anton LaVey. Após a publicação dos livros de Blanche Barton, LaVey publicou então o seu primeiro livro no espaço de 20 anos: "The Devil's Notebook", uma colecção de textos e dissertações que tinha vindo a escrever desde os anos 70. No ano seguinte, em 1993, nasceu Satan Xerxes Carnacki LaVey, o primeiro filho varão de LaVey e de Blanche Barton.

    Infelizmente, a 29 de Outubro de 1997, o grande líder da Church of Satan e Papa Negro, Anton Szandor LaVey perece devido a um edema pulmonar no Hospital de St. Mary, depois de anos de problemas cardíacos. Dias antes do seu falecimento, LaVey tinha acabado o seu trabalho para o livro "Satan Speaks!". Foi publicado no ano seguinte, prefaciado por Marilyn Manson e com uma introdução por Blanche Barton.

    Apesar de documentos perfeitamente legíveis e assinados à mão por Anton LaVey, indicando o seu filho Xerxes como sendo o seu herdeiro e Blanche Barton como sendo a High Priestess, Blanche acordou trabalhar em parceria com a filha mais velha de Anton, Karla, de modo a preservar o seu legado. Barton até chegou ao ponto de oferecer a Karla a posição de Co-High Priestess. Karla de início aceitou mas mais tarde proclamou ser a única líder da Church of Satan.
    Este conflito tornou-se num processo jurídico que resultou num acordo entre Blanche Barton, Karla LaVey e Zeena (LaVey) Schreck, onde Blanche aceitou abdicar dos direitos únicos que Xerxes tinha sobre a herança de LaVey em troca da posição única na liderança da Church of Satan.
    Hoje, a Church of Satan é liderada por Peter Gilmore, nomeado para High Priest por Blanche Barton, a 30 de Abril de 2001, e por Peggy Nadramia que em 30 de Abril de 2002, trocou de posição com Blanche Barton, ficando como High Priestess e Blanche Barton como Magistra Templi Rex.

    Peter Gilmore é hoje o sucessor de Anton LaVey e o 2º High Priest na história da Church of Satan. A sua esposa Peggy Nadramia é a responsável pelas relações públicas da Church of Satan.
    A Church of Satan encontra-se hoje com um Império enorme de membros no mundo todo, com Grottos espalhados por todo o mundo, incluindo inúmeros Magisters, Reverendos, Warlocks, e Agentes.

    O Satanismo é hoje a religião mais poderosa do Mundo. É uma religião de líderes... para líderes...

terça-feira, 24 de maio de 2011

Biografia de Anton Szandor LaVey

Biografia de Anton Szandor LaVey
Dia: 11 de Abril de 1930.
Local: Chicago, EUA.
Acontecimento: Gertrude Augusta Levey, esposa de Michael Joseph Levey, dá à luz um bebé de nome Howard Stanton Levey, mais tarde conhecido por Anton Szandor LaVey.

    Pouco depois do seu nascimento, a família de Anton decide deixar Chicago e mudar-se para a baía de S. Francisco.
    Em criança, o jovem Anton adorava ler tudo o que tivesse a ver com o sobrenatural e o oculto - incluindo “Frankenstein” de Mary Shelly, “Dracula” de Bram Stocker, e a popular revista “Weird Tales”.
    O interesse de Anton pelo lado obscuro da vida foi ainda mais alimentado pela sua avó Cigana, Luba Koltan, que lhe contou histórias e superstições sobre vampiros e magia negra que aprendeu na sua terra natal, Transylvania.

    Depois do começo da 2.ª Guerra Mundial, Anton fascinou-se com os manuais militares e os catálogos de armas. Rapidamente descobriu que se alguém assim o quisesse poderia comprar armas e munições suficientes para criar o seu próprio exército. Isto levou a que Anton percebesse que os fracos nunca podiam herdar a Terra, só os fortes sobreviveriam.
    Anos mais tarde, em 1945, um dos tios de LaVey foi contratado para ser Engenheiro Civil no Exército, na Alemanha. Devido ao seu tio ter um visa extra Anton pôde viajar para a Alemanha com ele. Lá, pôde ver filmes de terror Nazis confiscados, dos quais tinha recebido a informação de que continham partes de rituais da Black Order of Satan, que fazia parte do Terceiro Reich (?).
    Por esta altura, Anton já tinha descoberto outro dos seus muitos talentos: a música. Na prematura idade de cinco anos, os pais de Anton descobriram o seu talento quando ele numa loja de música tocou uma harmonia numa harpa. Mais tarde, aprendeu a tocar muitos instrumentos, incluindo o violino. Aos 10 anos aprendeu auto-didacticamente a tocar piano, e aos 15 já era o segundo oboísta na Orquestra Sinfónica de Ballet de San Francisco.

    Em 1947, LaVey decidiu deixar a escola e juntar-se ao Circo Clyde Beatty. Lá, foi empregue como estivador e guarda de jaulas; a pessoa responsável por alimentar os grandes felinos. Anton rapidamente desenvolveu uma relação com os animais e começou a aprender todos os truques da matéria, como o uso do chicote, stick, revolver e cadeira. Não muito tempo depois, Anton tornou-se domador de oito Leões Nubianos e quatro Tigres de Benguela, numa jaula, todos juntos.
    Uma noite, enquanto trabalhava no circo, o tocador de calliope habitual embebedou-se e não podia actuar. LaVey voluntariou-se para o seu lugar e foi um sucesso tão grande que se tornou no tocador de calliope oficial do Circo Beatty.
    Quando a temporada do circo acabou em Outubro de 1947, LaVey viu-se desempregado. Seguindo o conselho de alguns dos seus colegas de circo, Anton decidiu procurar trabalho numa feira. Devido aos seus talentos musicais, rapidamente conseguiu emprego tanto a tocar calliope, como órgão Wurlitzer e até mesmo Hammond. Entretanto LaVey passou a tocar em shows de strip femininos nas noites de sábado e aos domingos de manhã, em tendas, para espectáculos religiosos. Foi aqui que ele descobriu em primeira mão a hipocrisia presente na Igreja Cristã. Anton foi citado muitas vezes dizendo que ao sábado à noite via os homens desejando as mulheres semi-nuas na feira, e na manhã seguinte via os mesmos homens na missa, com as suas famílias, pedindo a Deus que perdoassem os seus pecados libidinosos, vendo de novo no fim de semana seguinte as mesmas pessoas no show de strip.
    Enquanto trabalhava na feira, Anton também aprendeu os segredos das videntes místicas, das leituras da palma da mão ciganas, das astrólogas, mágicos de palco, e hipnotizadores.
   
    A temporada da feira rapidamente acabou, e LaVey, mais uma vez, viu-se desempregado. Encontrou depois, trabalho em casas burlescas e clubes nocturnos, como tocador de órgão, dentro e na periferia de Los Angeles. Uma noite, enquanto trabalhava no Clube Mayan, conheceu uma actriz que tinha conseguido trabalho como bailarina. Essa actriz era Marilyn Monroe, e ela e Anton vieram a viver um caso amoroso cheio de paixão. Apesar da relação apenas ter durado algumas semanas, deixou no LaVey de 18 anos uma marca muito forte. Anos mais tarde, uma das posses de Anton mais orgulhosas era um calendário de Marilyn nua, onde ela tinha assinado: "Caro Tony, Quantas vezes tu viste isto! Com amor, Marilyn".
    Após o fim da sua relação com Marilyn, Anton decidiu mudar-se para São Francisco. Lá, continuou a tocar órgão para vários shows de strip e reuniões só para homens. Também conseguiu trabalho como fotógrafo na Paramount Photo Sales, onde tirou fotografias a mulheres em várias fases de stripping.
   
    Quando a Guerra Coreana começou, Anton reparou na possibilidade de ser arrastado para o exército. Por isso, em 1949, de modo a poder evitar este possível dilema, LaVey inscreveu-se na Faculdade de São Francisco, no curso de Criminologia, mesmo sem nunca sequer ter acabado o secundário.
    Algum tempo depois LaVey conheceu Carole Lansing num parque de diversões na praia de San Francisco. Os pais de Carole de início estavam desconfiados das intenções de Anton, mas rapidamente se habituaram a ele e deram permissão para os dois se casarem.
    Anton e Carole casam em 1951 e um ano depois nasce a primeira filha de LaVey, Karla Maritza LaVey.
    De modo a poder sustentar a sua família, LaVey decidiu usar os seus talentos de fotografia e a sua educação em Criminologia para conseguir trabalho como fotógrafo na Polícia de São Francisco. Aqui, Anton está de novo exposto ao pior lado da natureza humana, tirando fotografias de assassinatos brutais, acidentes de automóveis, suicídios macabros, incêndios, explosões, e outras coisas mais. Depois de um par de anos no terreno, foi dada a LaVey a responsabilidade adicional de tomar conta das "chamadas 800", que era o código para as chamadas estranhas. Ele investigava de tudo, desde visões de OVNIS a relatos de fantasmas, casas assombradas, e tudo o resto que pertencesse ao sobrenatural. Nos anos seguintes Anton ganhou uma grande reputação como um dos primeiros "caça-fantasmas" da nação.
    Em 1955, LaVey cansou-se da Polícia e decidiu deixá-la de modo a ter mais tempo para se concentrar nas Arte Negras. Tornou-se exorcista e hipnotizador, fortalecendo os seus ganhos tocando órgão. Mudou-se também com a sua família para um apartamento perto da praia. Foi nessa altura que Anton recebeu o seu primeiro animal de estimação - um leopardo negro de dez semanas, chamado Zoltan. LaVey costumava levar Zoltan a passear na praia, onde era certo o par excêntrico assustar os pedestres que ali passeavam.
   
    LaVey começou também a receber a imprensa devido às suas práticas singulares e estranho animal de estimação. Ele atraiu muitas personalidades invulgares, juntamente com os seus amigos únicos que fez durante os seus anos de circo e feiras. Quando os rumores sobre o que estava exactamente a acontecer dentro das paredes da sua casa se começaram a espalhar, Anton decidiu mais uma vez que precisava de mudar-se. Na altura desejava uma casa grande longe dos seus vizinhos curiosos, que pudesse decorar e fazer à sua imagem. Anton conseguiu tal lugar na Rua Califórnia 6114, o lugar da infame "Black House", onde LaVey morou até à sua morte em 1997.
    Depois de se mudar para a sua nova casa, LaVey rapidamente encontrou um novo emprego tocando órgão Wurlitzer no clube Lost Weekend. Também foi contratado para tocar o maior órgão do mundo no Auditório Cívico de San Francisco. Devido à sua extrema perícia com o instrumento, Anton foi nomeado para organista oficial da cidade de São Francisco, tocando em várias convenções e muitos eventos culturais e desportivos.
    Foi também por volta desta altura que LaVey começou a ganhar a reputação de ser o Mágico de Artes Negras de São Francisco. Juntamente com as quatro festas que LaVey fazia todos os anos (Ano Novo, Walpurgisnacht, Solstício de Verão, e Halloween), a Black House era também o lugar de encontro para as reuniões sociais informais que Anton criou. Formado por colegas do circo, amigos das feiras, antigos colegas da Polícia, excêntricos ricos, e iconoclastas literários, o "Círculo Mágico" (Magic Circle) de LaVey, como ele lhe chamava, levava a cabo debates e palestras sobre o Oculto, Magia, encantamentos, rituais, feitiçaria, lobisomens, vampiros, zombies, homúnculos, casas assombradas, PES (Percepção Extra Sensorial), teorias sexuais, e métodos de tortura. Anos mais tarde, LaVey abriu estas reuniões ao público, cobrando $2,50 por pessoa, a quem quisesse ouvir as suas palestras e tomar parte dos seus rituais formais. O Círculo Mágico foi o primeiro passo para o que hoje é a Church of Satan (Igreja de Satan).
   
    Anton ainda tocava órgão várias noites por semana de modo a ganhar algum dinheiro extra. Numa noite de domingo, em 1959, enquanto LaVey tocava na Mori's Point, uma jovem, linda, loura, de nome Diane Hegarty entrou no clube. Houve uma ligação imediata entre Diane e Anton, e durante os meses seguintes eles começaram a ver-se o maior número de vezes possíveis. No ano seguinte, 1960, Anton e Carole divorciaram-se; e em 1961 Diane não só se tornou na nova esposa de LaVey como também se tornou na anfitriã do Círculo Mágico. Em 1963 Diane deu à luz a segunda filha de Anton: Zeena Galatea LaVey.
    Infelizmente, nessa altura, o seu companheiro de longa data Zoltan morreu atropelado por um carro. No entanto, pouco tempo depois Anton recebeu um novo animal de estimação: um leão nubiano que ele chamou de Togare. O Togare viveu na Casa Negra (Black House) por muitos anos com o resto da família LaVey. Foi durante essa altura que ele foi a atracção de um programa de televisão local chamado "The Brother Buzz Show". Mas depois de muitas queixas e até petições de vizinhos, Anton foi forçado a doar Togare ao Zoo de S. Francisco.
   
    Além do Círculo Mágico, LaVey também criou "Witches Workshops", para ensinar às mulheres todos os métodos de feitiçaria, e a "The Order of the Trapezoid" (A Ordem do Trapezóide) que era um grupo de magos que, juntamente com o "Council of Nine" (Conselho dos Nove), veio a formar a administração da Church of Satan.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Mistérios da Música ! *



Quando ele passava por uma cidade o caos se instalava. Não só pelos fãs, principalmente jovens histéricas desesperadamente apaixonadas, mas também pelos outros músicos, que acorriam de muito longe apenas para ouvi-lo, observando atentamente cada gesto de seus dedos sobre as cordas do instrumento. Era muito fácil reconhecê-los: durante o espetáculo, enquanto a multidão chorava e gritava em delírio, eles ficavam muito quietos, pálidos, com os olhos cravados no palco, a boca crispada, no desespero sem fim daqueles que sabem que nunca serão assim tão bons. Ninguém podia competir com ele, mas o pior era a atitude, inconveniente e desaforada. Tinha vindo de uma família muito pobre e acumulara uma enorme fortuna com seu talento: podia muito bem agir como quisesse, permitir-se todos os excessos. Em dois anos e meio, por exemplo, percorreu 40 cidades da Europa, que caíram aos seus pés.
Naturalmente, como todo gênio, tinha inúmeros inimigos e circulavam a seu respeito os boatos mais sinistros, boatos que ele nunca fez o menor esforço para desmentir. Acima de tudo, era completamente indiferente às opiniões da sociedade, que o adorava e temia ao mesmo tempo. Diziam que o seu talento muito acima do normal era fruto de um pacto com o Diabo, o que só fez aumentar o seu carisma. Diziam que as cordas com que tocava eram muito especiais, feitas das entranhas de seu mestre. Depois teria feito um outro jogo com as de uma amante que se matara especialmente para isso. No entanto, a lenda acrescenta que apenas uma pessoa que o amasse e que cedesse espontaneamente sua vida poderia tornar-se parte de seu instrumento. O certo é que ele produzia sons que ninguém tinha ouvido antes fora de um pesadelo.
Quem assistiu as suas apresentações, refere que, ao seu comando, a sala parecia encher-se de espectros, almas em tormento, uivando como a tempestade. Quando tocava podia-se ouvir o choro das crianças, o riso dos demônios, o grito arrepiante de um universo em agonia. Grupos religiosos protestavam quando ele chegava a uma cidade, acusando-o de ter pacto com o Diabo, mas ele apenas sorria e chegou a compor uma melodia perturbadora citando-o explicitamente. Seus trajes estranhos, seu comportamento silencioso e polido contrastando com a fúria no palco, onde se transformava em uma fera, com os olhos em chamas e um sorriso maligno, tudo contribuía para essa fama que o tornou uma lenda inesquecível.
Essa história aconteceu há uns duzentos anos atrás, principalmente entre 1828 a 1831, período máximo da glória de Nicolo Paganini, compositor e o maior violinista de todos os tempos. A lenda sobre o encordoamento tem origem no fato de que as tripas de carneiro que compunham as cordas do violino poderiam, de fato, ser substituídas por um jogo humano, ganhando assim uma sonoridade sobrenatural. A estranha personalidade de Paganini contribuiu bastante para aumentar as lendas. Diz-se que, a partir dos 30 anos, nunca mais ensaiou e que vivia cercado por uma nuvem vigilante de aprendizes, discípulos e mesmo adversários, sempre em busca dos segredos de sua técnica. Os relatos de seus espetáculos fariam empalidecer de inveja os Beatles ou qualquer grupo de rock até hoje, assemelhando-se mais a uma experiência próxima do êxtase coletivo ou do pavor absoluto. Choro convulsivo apenas rompia o silêncio absoluto quando ele queria e, quando queria o contrário, fazia corar as donzelas com acordes muito próximos da agonia do orgasmo e todos sentiam uma fúria incontrolável tomar conta de sua alma. Em quase todas as cidades em que se apresentava saía dos teatros carregado em triunfo pelas ruas, naturalmente até alguma casa mal-afamada na qual o ópio, o vinho e o haxixe pontuavam uma orgia incendiária e minuciosa.
Como podemos perceber desse relato que oscila entre o verídico e o lendário, os poderes da música provocam efeitos muitas vezes imprevisíveis, pelo fato de que os acordes ressoam no coração do ouvinte, tangendo uma corda sutil que afina os nossos estados da alma.
Uma melodia pode ser tranqüila e comovente e ainda assim ser maligna, por predispor a um estado, por exemplo, de profundo desalento e melancolia. A banda Siouxsie and The Banshees, adepta do vodu haitiano, é uma ilustração muito clara desse princípio. Por outro lado, uma música erudita, de um autor clássico, também pode ter uma influência nefasta, ao trazer referenciais emocionais arcaicos, obsoletos, naturalmente quando a pessoa não se identifica com ela, ouvindo-a apenas por pedantismo ou mero hábito, porque lhe disseram que era isso o de que deveria gostar.
Acima de tudo, é preciso estar consciente de que, preferências à parte, cada um de nós tem uma freqüência vibratória emocional única, específica, e que muda a cada instante. Assim, o importante é utilizarmos a energia maravilhosa das harmonias musicais para expressarmos livremente as nossas emoções, seja ouvindo ou tocando algum instrumento. Não é por outra razão que a música sempre faz parte dos rituais religiosos, seja em forma de canto, percussão ou outras. Nas igrejas Gospel, por exemplo, muitas pessoas sem fé ou de outra fé vão aos cultos apenas para ouvir os corais, de poderosa musicalidade. Nas religiões afro, por outro lado, o ritmo febril dos tambores e atabaques tem derrubado mais de um cético e feito mais de um ateu cair em transe possuído por alguma divindade.

domingo, 22 de maio de 2011

Nomes de demônios

Nome dos demonios!

Adramelech - demônio sumeriano.
Ahpuch - demônio maia.
Ahriman - demônio mazdeano.
Amon - Deus egípcio da vida e reprodução, com cabeça de carneiro.
Apollyon - sinônimo grego para Satan, o arquidêmonio.
Asmodeus - demônio hebreu da sensualidade e luxuria, originalmente "criatura do julgamento".
Astaroth - deusa fenícia da lascívia, equivalente da Ishtar babilônica.
Azazel - (hebreu) instruiu os homens a criarem armas de guerra, introduziu os cosméticos.
Baalberith - senhor canaanita da Convenção, que se tornou mais tarde um demônio.
Balaam - demônio grego da avareza e cobiça.
Baphomet - adorado pelos Templários como símbolo de Satan.
Bast - deusa egípcia do prazer representada pelo gato.
Beelzebuth - (hebreu) senhor das moscas, tomada do simbolismo do escaravelho.
Behemoth - personificação hebraica de Satan na forma de um elefante.
Beherit - nome sírio para Satan.
Bile - deus celta do inferno.
Chemosh - deus nacional de Moabites, mais tarde um demônio.
Cimeries - monta um cavalo negro e rege a África.
Coyote - demônio do índio americano.
Dagon - demônio filisteu vingativo do mar.
Damballa - deusa serpente do Vodu.
Demogorgon - nome grego para demonio, diz-se que não seria conhecido pelos mortais .
Diabolus - (grego) "fluindo para baixo".
Dracula - nome romeno para demônio.
Emma-  O - regente japonês do inferno.
Euronymous - príncipe grego da morte.
Fenriz - filho de Loki, descrito como um lobo.
Gorgo - diminutivo de Demogorgon, nome grego para demônio.
Haborym - sinônimo grego para Satan.
Hecate - deusa grega do mundo subterrâneo e feitiçaria.
Ishtar - deusa babilônica da fertilidade.
Kali - (hindu) filha de Shiva, alta sacerdotisa de Thuggees.
Lilith - demonio feminino hebraico, primeira mulher de Adão que lhe ensinou as cordas.
Loki - demônio teutônico.
Mammon - deus aramaico da riqueza e do lucro.
Mania - deusa etrusca do inferno.
Mantus - deus etrusco do inferno.
Marduk - deus da cidade de Babilônia.
Mastema - sinônimo hebreu para Satan.
Melek Taus - demônio yesidi.
Mephistopheles - (grego) quem evita luz, Faustus.
Metzli - deusa astecas da noite.
Mictian - deus astecas da morte.
Midgard - filho de Loki, descrito como uma serpente.
Milcom - demônio amonita.
Moloch - demônio fenício e canaanita.
Mormo - (grego) rei dos Ghouls, consorte de Hecate.
Naamah - demônio feminino grego da sedução.
Nergal - deus babilônico do Hades.
Nihasa - demônio do índio americano.
Nija - deus polaco do mundo subterrâneo.
O-Yama - nome japonês para Satan.
Pan - deus grego da luxuria, depois relegado ao demonismo.
Pluto - deus grego do mundo subterrâneo.
Proserpine - rainha grega do mundo subterrâneo.
Pwcca - nome galês para Satan.
Rimmon - demônio sírio adorado em Damasco.
Sabazios - demonio frigio, identificado com Dyonisus, adorado como serpente.
Saitan - equivalente enoquiano de Satan.
Sammael - (hebreu) "Veneno de Deus".
Samnu - demônio da Ásia Central.
Sedit - demônio do índio americano.
Sekhmet - deusa egípcia da vingança.
Set - demonio egipcio.
Shaitan - nome arabe para Satan.
Shiva - o destruidor.
Supay - deus inca do mundo subterrâneo.
T'an-mo - contraparte chinesa para demônio, cobiça, desejo.
Tchort - nome russo para Satan, "Deus Negro".
Tezcatlipoca - nome astecas do inferno.
Thamuz - deus sumeriano que mais tarde foi relegado ao demonismo.
Thoth - deus egípcio da magia.
Tunrida - demônio feminino escandinavo.
Typhon - personificação grega de Satan.
Yaotzin - deus asteca do inferno.
Yen-lo-Wang - regente chinês do inferno.

sábado, 21 de maio de 2011

Rock Satanico

BREVE HISTÓRICO 
Rock satânico
"A gravadora optou por colocar uma cruz de cabeça para baixo sobre a capa do álbum 
e assim as pessoas facilmente associam a banda (Black Sabbath) com o satanismo. 
A banda queria nada para colocar aquele símbolo, no entanto, reconheceu a 
a gravadora foi um método de marketing ... sábio e bem sucedido. "
Ozzy Osbourne Biografia

A relação entre o rock satânico e vem da própria origem do movimento musical na década de cinqüenta, onde pioneiros como Elvis Presley e Jerry Lee Lewis foi duramente atacado pela Igreja Católica para difundir a mensagem do mal. Os azuis haviam sido perseguidos pela maioria dos americanos brancos que acreditavam que a música como perigosa para a moral da vespa (branco, anglo-saxão, protestante).

SOPA DE CABRA LEG - ROLLING STONESNo final dos anos sessenta, o rock e as novas "ameaças" veio da Inglaterra, onde os Rolling Stones com álbuns como A Satanic Majestic Request ("No serviço de suas majestades satânicas") e seu clássico Sympathy for the Devil ("Sympathy for the Devil") varreu todas as paradas e em turnê, onde foram usados ​​como guarda-costas para si Hell's Angels ("Hell's Angels"). Seus principais concorrentes, The Beatles , depois de suas experiências com gurus indianos, voltou para o número 1 com o Álbum Branco, na qual, de acordo com os apoiantes da existência de mensagens satânicas escondidas, as mensagens subliminares aparecem pela primeira vez em canções e Revolution 1 Revolution 9. John Lennon bateu no 'core' da moral católica, ao declarar no início de uma turnê na América do Norte THE BEATLESOs Beatles eram maiores que Deus, que significou a perseguição de grupos fundamentalistas cristãos e da queima pública de seus registros. O assassinato em 1980 de John Lennon, um por um fã posteriormente também foi utilizado por alguns dedos acusadores como prova da sua satânica relacionamento. Não ser o único caso em que a morte de um membro de um grupo acusado de satânica, seria usado para mostrar que ele usa o poder do mal acaba sendo consumido pelo seu mal eterno, e John Bonham 2 (Led Zeppelin), Brian Jones 3 (Rolling Stones), Bon Scott 4 (AC-DC), Randy Rhoads 5 (Ozzy Osbourne) ou pelo Jimi Hendrix 6 , todos mortos em circunstâncias misteriosas e cruel, servem para alimentar o mito do pacto com o diabo músicos .

Mike Jagger e Keith Richards, dos Stones, foram considerados a encarnação de Belzebu, Lúcifer e seu assistente de alguns dos seus fãs, mesmo um interesse em projetos de cinema, como Lucifer Rising e invocação de meu irmão demônio, que não foram realizados.

Ozzy Osbourne - CrowleyOutra banda inglesa dos anos setenta, acusado de invocar Satanás em todos os seus álbuns foram os precursores do heavy metal, Black Sabbath, cujo vocalista, Ozzy Osbourne, que se tornaria, nos anos oitenta o principal inimigo de muitas organizações cristãs na América do Norte depois gravar músicas como o Sr. Crowley, dedicada ao mago "negra" Aleister Crowley,no início do s. XX, havia fundado a sua própria religião depois pertencentes a várias sociedades secretas, chegando a atender na Abadia de Cefalu em Itália, onde seu companheiro praticava rituais satânicos, em que o sexo misto, sangue ...

A música acusado de realizar um maior número de mensagens satânicas ocultas também seria de uma outra banda britânica dos anos setenta, um milionário em fama e vendas, eLed Zeppelin "Stairway to Heaven sucesso (" Stairway to Heaven ") que são unidas para a fama um amante do seixo do seu guitarrista, Jimmy Page, que chegou a morar em uma casa que tinha pertencido ao mágico Alistair Crowley, ao lado de Loch Ness.

Depois de acalmar um pouco de água no início dos anos oitenta, o surgimento do heavy metal aberto novamente ACDC - Highway To Helllata de minhocas. Os australianos AC / DC, com base no Reino Unido, estavam na crista da onda com o êxitoHighway to Hell ("Highway to Hell") e outras crianças como o inferno não é um lugar ruim para se estar ("O inferno não é um mau lugar para se viver ") ou" Sin City "('Sin City'), atingindo o guitarrista Angus Young, aparecendo em shows vestidos com caudas e chifres, além de seus uniformes Dennis, o Pimentinha. O sucesso da banda levou a novos grupos ingleses como Iron Maiden também o lançamento do álbum The Number of the Beast (666, o número atribuído ao Diabo), incluindo os mesmos textos da famosa Bíblia Satânica amplamente por satanistas . Iron Maiden - O NÚMERO DA BESTAA capa do álbum, com o Eddie monstruoso como um titereiro dirigir os homens como marionetes era demais para salvar os grupos da moral cristã começou uma campanha de censura, especialmente nos Estados Unidos, que, como em o resto dos casos descritos foi uma propaganda efeito bumerangue para a banda que lhe permitiu tornar-se conhecido neste país. Outros grupos como o Venom, precursores do estilo black metal não tiveram tanta sorte, porque depois da alfândega truques, eles ficam permanentemente banido nos Estados Unidos e os três primeiros discos da banda, em aliança com Satanás ("Aliados de Satã "), Bem-vindo ao inferno (" Bem-vindo ao inferno ") e Black metal (" black metal ") estavam muito explícitas.

A semente do satanismo binomial / sucesso garantido, fez com que grupos de subir para os americanos Blackie Lawless - A cantora WASP: "Rock'n'roll é uma forma de arte agressiva hostilidade, agressão pura e penso nisso como uma religião.".iniciado pela British carro e começaram a proliferar músicas como Burn in Hell ("Queime no inferno"), Twisted Sister, Shout at the Devil ("Aclame ao diabo"), do Motley Crue, ou Hell Awaits,Slayer. Do Texas, a banda WASP (We Are Sexual Perverts "We Are Sexual Perverts") lançou sua primeira música Fuck Like A Beast I ("fode como uma besta"), adicionando mais combustível à controvérsia crescente entre o rock e associações de defensores da moral cristã.Outro ex-vocalista do Black Sabbath, Ronnie James Dio, e formou sua própria banda de Ozzy Osbourne na capa do álbum cheio da imagem de Satanás como muito explícito Holy Diver.
Dio - Holy DiverKISS nova-iorquinos, também foram acusados ​​de esconder sob as iniciais dela na frase Kids Satan Service ("Crianças a serviço de Satã"). grupos defensores da moral americana em breve começar a trabalhar tentando parar esta situação, chegando a criar um lobby do poder, a PMRC , que através de uma iniciativa legislativa defendida por Tipper Gore, esposa do futuro presidente dos EUA ., Al Gore, que imporia um autocolante de aviso do perigo no conteúdo dos registros que considera adequado para censurar, incluindo a substituição de capas de álbuns que poderia ser "nocivo". A medida afetou um número de bandas, de Prince , que é acusado de pornografia, ao referido Iron Maiden. A representação de músicos liderados por Frank Zappa, acabou tendo que depor no Congresso, mas a iniciativa conservadora deixar de ver que os discos foram classificados como perigosos vendeu mais vir a ser considerados como símbolos de liberdade àqueles que levaram a mensagem "letras explícitas" versus aqueles que não contêm. A situação seria movida, uma década depois, o mundo do hip-hop e rap, onde os rappers vangloriar de ter tido um passado na prisão, e aqueles que ainda não tinha inventado a fim de ser respeitado pelo público.

Após um período em que o problema parecia ter esquecido, o surgimento da banda deMarilyn Manson Marylin Manson - NASCIMENTO DO ANTICRISTOgraças ao seu álbum Antichrist Superstar, colocar de volta no centro das atenções do satanismo relacionamento e rock.Marylin Manson, interposto ao abrigo apertado catolicismo, e no momento que o instituto tinha percebido o sucesso que os registros representavam oitenta proibido entre seus amigos, criando um mercado inteiro para trocá-los entre os seus pares. Anos mais tarde, quando fundou a banda, ficou claro que a popularidade de toques satânico lhe daria um livre necessário para todo o grupo novo, e foi usado como um produtor de sucesso de seu Antichrist Superstar Trent Reznor, que se tornou famoso com sua banda Nine Inch Nails após a gravação do álbum The Downward Spiral na mansão onde ele tinha sido assassinado a esposa do cineasta Roman Polanski, Sharon Tate, às mãos de seita satânica de Charlie Manson, que - além de - adquiriu um nome para sua banda . Para alimentar o mito, Marilyn Manson foi ordenado pela Igreja de Satanás("Igreja Satânica") do escritor Anton Lavey Rev. da famosa Bíblia Satânica, inspirados em textos de Nietzsche e de Aleister Crowley, que sugeriu a muitas coisas para estes e outros grupos musicais.
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1 O diretor polonês Roman Polanski filmado "O Bebê de Rosemary", no edifício Dakota (Dakota Building, construído em 1881), localizada na West 72 nd Street, em Nova York. Polanski chamado Bramford construção do filme e lá estava a história de um grupo de vizinhos que adoravam Satanás e usando uma jovem mulher (Mia Farrow) para gerar o filho de Satanás. Diz-se que este edifício estava em casa e local de encontro para grupos de satânico início do século XX, porque o terreno onde as forças do mal estão concentrados. Em 08 de dezembro de 1980 este edifício tornou-se mais famoso ainda, Mark Chapman morto a tiros em frente à casa de John Lennon. 
2 John Bonham morreu na mansão de Crowley, que chegou a comprar no momento, "uma casa construída, aparentemente, sobre as ruínas de uma igreja que queimou com todos os seus paroquianos em Bonham viveu e onde ele saiu em turnê.
3 Jones, morreu em 03 de julho de 1969. Encontrado morto na piscina de sua fazenda. Nunca soubemos se foi acidental, overdose ou assassinato ...
4 O primeiro vocalista do AC / DC morreu sufocado pelo próprio vômito (aspiração) por causa do álcool. Uma morte terrível que aumentou a polêmica em torno do grupo, as letras das suas canções. 


5 Randy Rhoads morreu em um acidente de avião aos 26 anos.
6 Hendrix, uma lenda da guitarra, morreu, aparentemente na mesma situação que Bon Scott.
Texto: José Miguel Jimenez e Pedro M. Martinez © 2006 
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