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terça-feira, 31 de maio de 2011

Os Acontecimentos na Filmagem do Exorcista

"Os acidentes que ocorriam durante as filmagens de "O Exorcista" serviram para ajudar na publicidade do filme, embora tenham prejudicado intensamente as filmagens. Muitos acreditavam que eram meros acontecimentos do acaso, outros falavam em maldição. O dir"



Durante as filmagens do filme aconteceram alguns fatos muito estranhos, veja abaixo:
Os acidentes que ocorriam durante as filmagens de "O Exorcista" serviram para ajudar na publicidade do filme, embora tenham prejudicado intensamente as filmagens. Muitos acreditavam que eram meros acontecimentos do acaso, outros falavam em maldição. O diretor Friedkin pediu ao padre Tom Berminghan para exorcizar o set, mas Tom se negou pois tinha medo de aumentar a tensão já existente.
Incêncio no SET de Filmagem
O incêndio no cenário de "O Exorcista" ainda é um mistério. O set pegou fogo num fim de semana quando não havia ninguém lá, deixando as gravações paradas por 5 semanas. Carpetes e paredes foram totalmente estragados. Os spriklers foram acionados, mas acabaram de estragar tudo. Até hoje ninguém encontrou o motivo do acidente, nenhum problema elétrico ou um incendiário criminoso, nada.
Mortes com pessoas que estavam envolvidas no filme
Durante as filmagens, houve nove mortes com pessoas ligadas ao filme. Algumas diretamente como o ator Jack Macgowran, que também morre no filme, ele acaba sua participação em "O Exorcista" e dias após morre na vida real. Só de atrição morreram quatro. Em qualquer filme sempre há mortes de pessoas envolvidas mas nove é bem além da cota. Pessoas ligadas indiretamente ao filme também morreram durante 21 meses de filmagens, como o irmão do ator Max Von Sydon, o assistente do cameraman, cuja esposa teve um bebê que morreu. O funcionário encarregado da refrigeração do set e um jovem vigia foram as outras vítimas.
Morte do Padre
Quando estava filmando Jason Miller costumava ir a um restaurante perto do seminário jesuíta. Um certo dia um padre velhinho lhe deu uma medalhinha dizendo: "sabe pra que é isso? É um conceito do século XV, se fizer algo para o Diabo, ele virá pedir retribuição a você, ou vai tentar impedir o que está fazendo até que peça a ele. Esta medalha o protegerá, cuide-se bem." Três dias depois Jason Miller foi ao seminário jesuíta e encontrou em uma das salas laterais o velório daquele padre.
Fonte: sobrenatural.org

segunda-feira, 30 de maio de 2011

domingo, 29 de maio de 2011

Frankenstein - Mary Shelley

FRANKENSTEIN (MARY SHELLEY) Pedi eu, ó meu criador, que do barro me fizesses homem? Pedi para que me arrancasses das trevas?” (Milton - O Paraíso Perdido). Frankenstein, romance escrito no século XIX por Mary Shelley é um trabalho de grande tapeçaria literária, com referências a Milton e a outros grandes clássicos da literatura universal. Victor Frankenstein, um estudante de medicina, revoltado diante da morte de sua mãe, isola-se do mundo e, obstinado, parte para a busca do ideal humano: a imortalidade. A entrega a esta busca o faz criar e dar vida à criatura, protagonista do romance. Contudo, tal criatura possui estatura gigantesca e marcas profundas oriundas das várias cirurgias que seu criador o submeteu. Pior que isto, não recebe nenhum nome, perdendo qualquer possibilidade de conseguir enquadrar-se socialmente. Não sendo capaz de entender as vinculações de sua ação, o criador, abandona a criatura, afastando-o de qualquer elo afetivo. Totalmente sozinho, e à margem da sociedade, esconde-se de tudo e de todos e, nesta postura solitária, aprende o mundo através dos livros. Determinado, a criatura, adotando o nome de seu criador – Frankenstein – determina-se ao aniquilamento de ambos e começa seu intento pelo assassinato dos entes mais queridos de seu criador: irmão, amigos e noiva. Frankenstein é assim: um livro que fala da alma humana. É impossível lê-lo e não se identificar com todos os personagens que o constroem. Revolta, amor, morte, dor, família, amizade, preconceito, desprezo, solidão e vingança são os ingredientes principais desta obra imortalizada pelo tempo. Com certeza, Frankenstein vai seduzir você. “Lembra-te de que fui criado por ti, eu devia ser o teu Adão, porém sou mais o anjo caído, a quem ser o Adão, a quem tiraste a alegria, por crime algum cometido. Por toda a parte vejo reinar a alegria da qual estou irrevogavelmente excluído. Eu era benévolo, bom; a desgraça tronou-me um demônio”. (Mary Shelley – Frankenstein).

Fonte: http://pt.shvoong.com/books/72742-frankenstein/#ixzz1NKChFMwB

sábado, 28 de maio de 2011

Weird Tales – O Maior Reservatório de Literatura Fantástica

s pulps surgiram de fato no final do século XIX, mas sua notabilidade veio mesmo nas primeiras décadas do século XX e foram incontáveis as publicações lançadas, por um amplo número de editoras. A mesma variedade que encontramos em gêneros de filmes hoje ao entrar em uma locadora existia naquela época. Saíam revistas de mistério, terror, fantasia, ficção científica, guerra, romance, máfia, western, e como a linguagem praticamente não tinha concorrência (imagine um mundo sem internet, televisão, videogame, baladas, no qual male, male as pessoas tinham um rádio que era repartido por toda a família) e era tremendamente acessível, tornou-se um sucesso.
Vários personagens conhecidos até hoje surgiram nos pulps, como O Sombra, Ka-Zar, Conan, Zorro, Fu Manchu, Tarzan e Doc Savage, e muitos deram um pulo para sair dessa literatura (na época considerada de segunda mão) de bolso, rumo a um “patamar” mais sério, sendo que alguns foram além e tornaram-se ícones mundiais.
Outro detalhe interessante é que a maior parte das publicações que se prezavam, vinham com páginas ilustradas no meio das histórias (parecido com os livros de Monteiro Lobato) e as capas – a verdadeira vitrine que determinava se a revista seria bem sucedida ou não – eram planejadas com enorme cuidado, muitas vezes com tanto esmero quanto a própria história principal.
Hoje, vários autores que são publicados em edições de luxo pelas maiores editoras de todo o mundo como Jack London, H. G. Wells, F. Scott Fitzgerald, William Burroughs, Isaac Asimov e Sir Arthur Conan Doyle, surgiram primeiramente nos pulps. No Brasil, vários deles como o próprio Asimov – um dos papas da ficção científica – não tiveram nem metade de toda a obra publicada.
Vários dos pulps publicados eram picaretas, reuniam artistas e escritores de terceira categoria, mal remunerados e que estão hoje relegados exatamente ao que merecem: o esquecimento. Por outro lado, muita gente fazia um trabalho sério e comprometido que visava mais do que lucros – como as revistasAmazing Stories e Marvel Stories – e foi isso que permitiu a conjunção de fatores para revelar tanta gente boa. Entre a turma do bem, destaca-se aquela que viria a ser uma das maiores do gênero, se não a maior:Weird Tales (Contos Bizarros, em tradução livre).
Fundada por Jacob Clark Hennerberger e J. M. Lassinger, a revista estreou em março de 1923, baseada em Chicago e editada por Edwin Baird.
Baird tentou desempenhar um bom trabalho como editor e, na medida em que logo no primeiro ano da revista ele descobriu H. P. Lovecraft, Clark Ashton Smith e Seabury Quinn, temos que dar a mão a palmatória e reconhecer o bom trabalho feito. Lovecraft, em especial, é um nome altamente reconhecido que viria a influenciar praticamente tudo o que foi feito em termos de terror e ocultismo a partir de então. Entre seus textos mais famosos estão os contos que compõe os chamados Mitos de Cthulhu (escritos entre 1925 e 1935), com destaque para As Montanhas da Loucura, que recentemente tem sido muito citado na mídia por conta da insistência do cineasta Guilhermo Del Toro de adaptá-lo para o cinema.
Porém, apesar da alta qualidade da revista, as vendas não estavam indo de acordo com o esperado. Os proprietários Clark e Lassinger chegaram a fazer uma proposta para que Lovecraft se mudasse para Chicago e assumisse o cargo de editor, mas para desespero dos donos, o escritor a recusou. Após um ano, enquanto títulos rivais explodiam nas vendas,Weird Tales ia para o buraco, abrindo um déficit enorme, que resultou na demissão de Baird após 13 edições.
Sem opções, o trabalho de editor foi passado, então, para o assistente de Baird, Farnsworth Wright. Uma aposta tão arriscada quanto desesperada, mas que revelou-se, com o tempo, o maior acerto de toda a história da publicação.
Sob o comando de Wright, a Weird Tales começou o que ficou sendo conhecida como sua Era de Ouro. O novo editor tinha duas políticas, encontrar novos talentos e mantê-los felizes ao serem terrivelmente bem pagos, de forma que eles não levassem seus contos para revistas concorrentes. A estratégia funcionou.
A maior descoberta de Wright viria a ser, sem dúvida, o escritor Robert E. Howard, que logo se tornaria seu protegido. A disposição de Howard para escrever só rivalizava com sua inesgotável imaginação e sua prosa sensacional e não demorou muito para que o escritor começasse a entregar textos como ninguém jamais tinha visto antes. Entre eles, um certo bárbaro oriundo das colinas da Ciméria. Mas não foi apenas Conan que Howard criou – sua pena também deu origem a outros heróis famosos como Salomão Kane, Red Sonja, Bran Mak Morn, Rei Kull e El Borak. Além disso, Howard produziu centenas de outras histórias de gêneros diferentes e acabou se tornando nada mais, nada menos, que o criador do gênero Espada e Feitiçaria, influenciando até mesmo gente graúda como Tolkien.
A força da pena de Howard é sentida até hoje, mas não foi apenas ela que sustentou a revista. Wright tratou de tornar o complicado Lovecraft a presença mais constante possível, apesar de ele ter cometido o erro crasso de rejeitar As Montanhas da Loucura do escritor. Na verdade o que ocorria era que Wright tinha uma visão editorial muito clara de sua revista e sabia o que ela deveria ser. Para receber a boa remuneração que ele pagava com prazer, os escritores precisam suprir suas expectativas em termos de narrativa, mas também precisavam que suas histórias se enquadrassem na temática da revista – o que nem sempre ocorria.
Assim, se Edwin Baird publicava qualquer coisa que lhe dessem em sua época, Wright por sua vez era criterioso e envolvia-se em todas as etapas da produção da história, tomando a liberdade de especificar inclusive o que esperava das ilustrações e capas (e rejeitá-las também quando não eram de seu agrado). Mas longe de ser um carrasco, Wright sempre deixava claro aos escritores o motivo da recusa e não raro pedia que eles fizessem algumas alterações nas histórias para que essas se enquadrassem melhor na linha editorial. Vale dizer que ele jamais mexia em um texto por conta própria – era extremamente íntegro e respeitoso nesse sentido.
Enfim, não demorou muito para a Weird Tales dar um salto quântico nas vendas e sair do buraco, portanto, não dá mesmo para tirar os méritos do homem: ele sabia o que estava fazendo! Ainda assim, a publicação jamais foi um sucesso absurdo de vendas e de acordo com William Sprenger, gerente financeiro da empresa, ela raramente batia tiragens acima de 50.000 cópias.
Isso pode parecer muito para os padrões de hoje, contudo na época, os campeões de vendas como O Sombra ultrapassavam um milhão de exemplares – e mesmo após a quebra da bolsa em 1929 e durante os anos da Grande Depressão, essas revistas mantiveram tiragens acima dos 300.000. É uma diferença significativa, que dá a dimensão do que está sendo mostrado.
Mesmo assim, Wright continuava remunerando bem seus autores e descobrindo novos talentos, entre eles Robert Bloch, que com apenas 17 anos vendeu os contos The Feast in the Abbey The Secret in the Tomb para Wright. O escritor que viria a ficar tremendamente famoso nos anos que se seguiram, era fortemente influenciado pela prosa de Lovecraft ao ponto de localizar suas primeira aventuras nos mundos fantásticos criados pelo escritor.
Outras grandes aquisições de Wright foram Edmond Hamilton que publicou 79 contos na Weird Tales, E. Hoffman Price (que escreveu a polêmica história The Stranger from Kurdistan, na qual Jesus Cristo tem uma discussão com Lúcifer) e C. L. Moore, uma das primeiras escritoras a trabalhar com pulps e criadora de Jirel de Joiry, a primeira heroína do gênero Espada e Feitiçaria, cuja história Black God’s Kiss foi comprada por Wright em1934.
Ele acertadamente também contratou a ilustradora Margaret Brundage para trabalhar nas capas – e ela, com uma enorme dose de ousadia e sensualidade, ajudou a criar uma identidade única para a publicação. Suas mulheres seminuas, inclusive, chegaram a despertar a ira da sociedade conservadora da época. Muitas pessoas reclamavam que o conteúdo era inapropriedade para ser estampado em uma capa ; outras diziam que as capas eram sexistas, tratando as mulheres de forma estereotipada. A comoção só terminaou quando Wright foi a público e revelou que a ilustradora (que assinava com o nome M. Brundage), era uma mulher.
Outro que deu grande contribuição às capas foi James Allen St. John, que posteriormente se destacaria muito como ilustrador profissional, fazendo capas para livros do Tarzan, entre outros heróis.
Sob a batuta de Wright, muitos nomes bons, porém menores, também fizeram parte do elenco da revista: Paul Ernst, John Flanders, Otis Adelbert Kline, Robert Barbour Johnson, Harold Ward, entre outros. Ele também tratou de trazer clássicos de escritores consagrados, como Edgar Allan Poe e Bram Stocker.
Porém, os anos dourados da Weird tales estavam prestes a acabar por conta de uma série de golpes mortais desferidos sucessivamente: em 1936, Robert Howard cometeu suicido, supostamente por conta da morte de sua mãe. Um ano depois, em 1937, Lovecraft faleceria vítima do câncer. Naquele mesmo ano, a mãe de Clark Ashton Smith também viria a falecer, o que o obrigou a cuidar do pai doente durante dois anos, até que este também morreu. Smith, severamente abalado emocionalmente, parou de escrever.
Os golpes abalaram a publicação, as finanças se complicaram e a Weird Tales foi vendida e transferida para Manhattan, em 1938. Wright permaneceu mais dois anos tentando realizar seu trabalho de editor, contudo agora precisava lutar constantemente contra as opiniões contrárias da nova diretoria, que queria baixar a remuneração dos autores, mudar o formato do título e começar a usar um papel ainda mais barato. Dois anos depois, Wright pediu demissão do cargo, sepultando definitivamente os anos dourados da Tales.
Ele foi substituído por Dorothy McIlwraith, que editou seu primeiro número em abril de 1940. Sob o comando de Dorothy, a Weird Tales entrou em uma fase completamente diferente, sendo mais eclética e burocrática. A nova editora discordava da postura de Wright em vários aspectos e para ela, a era de histórias bizarras havia ficado para trás. Assim, investiu em um novo grupo de autores que apresentavam um conteúdo bem mais light que seus antecessores.
Foi Dorothy quem descobriu Ray Bradbury, que em 1953 iria conquistar o mundo com seu espetacular romance Fahrenheit 451. Ela comprou também histórias de Fritz Leiber, Manly Wade Wellman e Margaret St. Clair, apenas para citar alguns e permaneceu à frente do título até 1954, quando ele foi cancelado na edição 279, em setembro.
A era dos pulps já havia ficado para trás e a competição com revistas em quadrinhos, rádio, televisão e cinema (sem contar a escassez de papel que assolou o mundo durante todo o pós-Segunda Guerra Mundial) foi demais para que a revista conseguisse se manter.
De lá para cá, várias tentativas de reativar o título foram feitas, todas com resultados medíocres, inclusive uma antologia editada por Lin Carter na década de 1980. Na última década, a revista voltou a ser publicada regularmente e a surpresa veio em 2009, quando pela primeira vez, a Weird Tales foi indicada para o respeitado Hugo Awards, levando o prêmio para casa.
Este ano a revista foi novamente nomeada para o Hugo, que será realizado em agosto, em Reno, Nevada (EUA). Atualmente, a Weird Tales está no número 356.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Drácula

Drácula
Vlad Tsepesh aka Dracula
Vlad Dracula (pronuncía-se Dracúla) ou Vlad O Empalador foi um príncipe vivo e real no qual Bram Stoker baseou o famoso Conde Drácula. Dracula nasceu na Transilvânia em 1431 na cidade de Sighisoara, ou Schassburg. Seu pai, Vlad Dracul (Vlad O Demônio) foi um membro dA Ordem do Dragão, o que significava um pacto de luta eterna contra os turcos. O nome Dracul significa Dragão ou Demônio, e se tornou o símbolo de seu pai porque ele usava o símbolo do dragão em suas moedas. Com a idade de apenas 13 anos, Dracula foi capturado pelos turcos, que o ensinaram a torturar e empalar pessoas. Mas foi sob o seu reinado em Wallachia, de 1456 à 1462 que ele realmente teve a chance de usar de seus conhecimentos. Foi também nessa época que aconteceram a maioria das estórias. Por exemplo:
Um dia Dracula viu um homem com uma camisa suja e maltrapilha. Dracula perguntou se o homem tinha uma esposa, e o homem respondeu que sim. Dracula vê que ela é uma mulher saldável e cheia de fibra, e a chama de preguiçosa, de forma que tem ambas as mão decepadas e seu corpo empalado. Ele procurou uma nova esposa para o homem e mostrou a ela o que acontecera com sua preguiçosa predecessora como uma forma de aviso. A nova mulher definitivamente não era preguiçosa.
O outro nome de Dracula, Tsepesh (ou Tepes), significa empalador. Vlad era chamado assim por causa de sua propensão para o empalamento como uma forma de punição para seus inimigos. Empalamento era uma forma particularmente medonha de execução. A vítima era posta num cavalo e empurrada em direção a estacas polidas e untadas em óleo, de forma a NÃO causar a morte imediata. Esposas infiéis e mulheres promísqüas foram punidas por Dracula, tendo seus órgãos sexuais cortados, a pele arrancada enqüanto vivas e expondo-as em público, com suas peles penduradas próximas à seus corpos.
Drácula apreciava especialmente execução em massa, onde várias vítimas eram empaladas de uma vez, e as estacas içadas. Como as vítimas se mantinham suspensas do chão, o peso de seus corpos fazia com que descessem vagarosamente pela estaca, tendo sua base lisa arrombando seus orgãos internos. Para melhor apreciar o espetáculo, Dracula rotineiramente ordenava um banquete em frente às suas vítimas, e era um prazer para ele entre os lamentáveis sinais e ruídos de suas vítimas morrendo.
O atual castelo de Dracula fica ao norte da Wallachiana cidade de Tirgoviste. Vlad Tsepesh aka Dracula morreu em 1476. Algumas estórias dizem que ele morreu em uma batalha onde ele se disfarçou de turco. Como a vitória estava próxima, ele correu para o alto de um penhasco para ver tudo, mas ele foi confundido com um turco e morto por seus próprios homens. A tumba de Dracula fora aberta em 1931 mas ela estava vazia a não ser por um deteriorado esqueleto, uma coroa de ouro, uma gargantilha com a idéia de uma serpente e fragmentos de um traje em seda vermelha, com um sino costurado nela. Infelizmente todas essas coisas foram roubadas do History Museum of Bucharest (Museu Histórico de Bucharest), onde foram depositadas.


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