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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Dicionário Vampírico



            Existe entre os Membros um patois distinto, extraído de diversas 
            línguas, que confere novas nuances de significado a certas palavras 
            mortais. Muitas vezes é possível adivinhar a qual geração um vampiro 
            pertence pelo vocabulário que ele emprega. Há uma distinção nítida 
            entre as palavras usadas pelos anarquistas e as palavras usadas 
            pelos anciões. Usar a palavra errada nas circunstâncias erradas 
            costuma ser considerado um deslize seríssimo no protocolo.
            Linguagem Coloquial   
            Esses são os termos usados com mais freqüência na Família.
            Anarquista – Um rebelde na Família; indivíduo que não nutre respeito 
            pelos anciões. A maioria dos filhotes são automaticamente 
            considerados anarquistas pelos anciões, sendo desprezados como 
            produtos do século XX.
            Regiões Ermas - As áreas de uma cidade que são desprovidas de vida – 
            cemitérios, prédios velhos e abandonados, parques.
            Gênese, A – O momento em que um indivíduo torna-se vampiro; a 
            metamorfose de mortal para Membro. Também chamado de A Mudança.
            Livro de Nod – O livro “sagrado” da Família, que narra as origens da 
            raça e sua história primitiva. Jamais foi publicado em versão 
            integral, embora se saiba da existência de fragmentos em vários 
            idiomas.
            Besta, A – As motivações e necessidades que impelem um vampiro a 
            tornar-se um monstro completo, renunciando a toda a sua humanidade. 
            Vide “Homem”.
            Sangue – A herança do vampiro. Aquilo que faz do vampiro um vampiro, 
            ou simplesmente a substância sangue de um vampiro.
            Irmandade de Sangue – O relacionamento entre vampiros da mesma 
            linhagem e do mesmo clã. A idéia é muito semelhante à que existe 
            entre os mortais, apenas os meios de transmissão são diferentes.
            Jura de Sangue – A ligação mais potente que pode existir entre 
            vampiros; a recepção de sangue num reconhecimento de submissão. Ela 
            confere um poder místico sobre aquele que foi submetido à jura. Veja 
            Laço de Sangue.
            Prole – Um grupo de vampiros reunidos em torno de um líder 
            (normalmente seu senhor). Uma prole pode, com o tempo, vir a se 
            tornar um clã.
            Caitiff – Um vampiro sem clã; termo freqüentemente usado de forma 
            pejorativa. Ser um Desgarrado não é uma virtude para os Membros da 
            Família.
            A Camarilla – Uma seita global de vampiros à qual todos os Membros 
            podem filiar-se. Suas leis estão longe de ser absolutas, funcionando 
            mais como uma câmara de debates que como um governo.
            Criança da Noite – Um termo pejorativo para os vampiros jovens, 
            inexperiente ou tolos.
            Clã – Um grupo de vampiros que compartilham certas características 
            místicas e físicas. Vide linhagem, linhagem de sangue.
            Diablerie – Comportamento canibal comum entre os Membros. Consiste 
            em sugar o sangue de outro vampiro. Os anciões o fazem por 
            necessidade, enquanto os anarquistas o fazem para aplacar sua sede 
            de poder.
            Domínio – O feudo requisitado por um vampiro, na maioria das vezes 
            um Príncipe. O Domínio é invariavelmente uma cidade. 
            Ancião – Um vampiro com 300 anos de idade ou mais. Os anciões 
            consideram-se os Membros mais poderosos, e costumam travar a sua 
            própria Jyhad.
            Elísio – O nome conferido aos lugares nos quais os anciões 
            encontram-se e reúnem-se, normalmente museus, teatros ou outros 
            locais públicos de cultura elevada.
            Abraço, O – O de transformar um mortal em vampiro sugando o sangue 
            do mortal e substituindo-o por uma pequena quantidade do sangue do 
            próprio vampiro.
            Filhote – Um vampiro jovem e recém-criado. Vide neófito, Cria.
            Geração – O número de níveis entre um vampiro e o mítico Caim. As 
            vítimas de Caim foram a segunda geração, a progênie desta tornou-se 
            a terceira, e assim por diante.
            Gehenna – O fim do Terceiro Ciclo; o Armagedon iminente, no qual os 
            Antediluvianos acordarão e devorarão todos os vampiros.
            Carniçal – Servo criado quando um Membro permite que um mortal beba 
            de seu sangue sem que antes lhe seja sugado todo o sangue, o que 
            originaria uma progênie. 
            Refúgio – A casa de um vampiro ou o lugar onde ele dorme durante o 
            dia.
            Fome, A – Como ocorre com os mortais e outros seres vivos, a 
            motivação para alimentar-se. Para os vampiros, entretanto, isto é 
            muito mais intenso, e toma o lugar de outras motivações, desejos e 
            prazeres.
            Inconnu – Uma seita de vampiros, a maioria Matusaléns, que se 
            afastaram dos assuntos dos Mortais e da Família. Afirmam não ter 
            qualquer ligação com a Jyhad. 
            Jyhad – A guerra secreta travada entre os poucos vampiros 
            remanescentes da terceira geração, usando os vampiros mais novos 
            como soldados. Esse termo também é empregado para descrever qualquer 
            conflito ou beligerância entre vampiros. 
            Membro – Um vampiro. Muitos anciões consideram que mesmo este termo 
            seja vulgar, preferindo usar uma palavra mais poética, como Cainita. 
             
            Beijo – Sugar o sangue de um mortal, ou o ato de beber sangue em 
            geral.
            Lupino – Um lobisomem, o inimigo mortal dos vampiros.
            Viciado – Um vampiro que se alimenta de mortais que estejam sob a 
            influência de bebidas ou drogas para experimentar as mesmas 
            sensações. Vide Cabeça.
            Vida, A – Termo eufemístico para denominar o sangue mortal tomado 
            como alimento. Muitos Membros consideram o termo afetado e pudico. 
            Homem, O – O elemento da humanidade que permanece no vampiro, e que 
            luta contra os anseios básicos da Besta. 
            Máscara, A – O esforço começou depois do final das grandes guerras 
            para esconder a sociedade da Família do mundo mortal. Uma política 
            reafirmada depois da época da Inquisição.
            Príncipe – Um vampiro que requisitou o governo de uma cidade e está 
            apto a sustentar esse pedido nil disputandum. Um príncipe costuma 
            possuir uma prole para ajudá-lo. A expressão no feminino também é 
            príncipe.
            Enigma, O – O dilema essencial da existência de um vampiro – para 
            impedir a ocorrência de atrocidades ainda maiores, é preciso cometer 
            atos malignos de menor vulto. O provérbio é: Quanto mais monstruosos 
            formos, menos monstruosos seremos. 
            Degenerado – Um vampiro que se alimenta de outro vampiro, seja por 
            necessidade ou perversão. Vide Diablerie.
            Sabá, O – Uma seita de vampiros que controla a maior parte do leste 
            da América do Norte. Violentos e bestiais, extravasam uma crueldade 
            desnecessária.
            Seita – Nome geral para um dos três grupos principais dentro da 
            Família – A Camarilla, o Sabá, ou o Inconnu.
            Senhor – O pai-criador de um vampiro. A expressão é usada no 
            masculino e no feminino.
            Fonte – Um mancial de sangue potencial ou passado, normalmente um 
            humano.
            Jargão Arcaico
            As palavras a seguir são usadas pelos aniciões e por outros vampiros 
            antigos. Embora esses termos raramente sejam usados pelos 
            recém-criados, ainda constituem um vernáculo vivo entre os Membros 
            mais sofisticados. Os anciões podem ser identificados simplesmente 
            pelas palavras que empregam.
            Amaranth – O ato de beber o sangue de outro Membro. Vide Diablerie.
            Ancilla – Um vampiro “adolescente”; aquele que não é mais neófito, 
            mas que também ainda não é um ancião.
            Antediluvianos – Um dos Membros mais velhos, pertencente à terceira 
            geração. Um guerreiro da Jyhad.
            Arconte – Um vampiro que se recusa a fazer parte da sociedade da 
            Família, normalmente servindo um Justiçar. Os Arcontes são usados 
            com freqüência para seguir a trilha de Membros que fugiram de uma 
            cidade.
            Autarca – Um vampiro que se recusa a fazer parte da sociedade 
            vampírica, e não reconhece o domínio de um príncipe
            Cainita – Um vampiro. Vide Membro.
            Canaille – O rebanho mortal, especialmente os elementos que sejam 
            mais insípidos ignorantes (os quais os Membros preferem para se 
            alimentar).
            Cauchemar – Um vampiro que se alimenta apenas de vítimas adormecidas 
            e impede que elas acordem.
            Cuntactor – Um vampiro que evita matar, sugando tão pouco do sangue 
            da vítima que ela não possa morrer. Faut plus chasser, peut mieux 
            dormir. Compare co Casanova.
            Círculo – Um grupo de Membros que protegem e apóiam um indivíduo 
            contra estranhos. Vide Cria.  
            Consanguíneo – Indivíduo da mesma linhagem (normalmente um Membro 
            mais jovem).
            Capacho – Aquele que se alimenta dos indigentes e que normalmente 
            não possui seu próprio refúgio. Vide Vira-latas.
            Burguês – Um Membro que caça em clubes noturnos, bairros de 
            reputação duvidosa e outros locais de entretenimento onde os mortais 
            procurem a companhia do sexo oposto. Vide Abutre.
            Golconda, A – O estado aspirado por muitos vampiros, no qual 
            encontra-se um equilíbrio entre necessidades e escrúpulos opostos. A 
            queda para a bestialidade é interrompida, e o indivíduo alcança uma 
            forma de êxtase. Como o Nirvana dos mortais, dele fala-se muito mas 
            conhece-se pouco.   
            Humanitas – O nível em que um Membro ainda retém alguma humanidade.
            Rebanho – Um termo pejorativo para os mortais, normalmente usado em 
            oposição a Membro. A expressão Membro e Rebanho significa “o mundo 
            inteiro”.
            Sanguessuga – Um humano que bebe do sangue de um vampiro, mais ainda 
            assim retém total liberdade. Normalmente ele mantém o vampiro como o 
            seu prisioneiro, ou oferece grande recompensa pelo sangue.
            Lextalionis – O código da Família, aparentemente criado por Caim. 
            Ele sugere justiça bíblica – olho por olho, dente por dente. Vide 
            Tradições. 
            Linhagem – A linhagem de um vampiro, perpetuada mediante o Abraço.
            Matusalém – Um ancião que não vive mais entre outros Membros. Muitos 
            Matusaléns pertencem ao Inconnu.
            Neófito – Um Membro jovem e recém-criado. Vide Filhote, Cria.
            Osíris – Um vampiro que se cerca de seguidores mortais ou carniçais 
            num culto ou esconderijo para melhor obter alimento. A prática é 
            hoje menos comum do que já foi.
            Papillon – O bairro da luz vermelha. A área da cidade composta de 
            clubes noturnos, cassinos e bordéis. O principal território de caça 
            da cidade.
            Progênie – Termo coletivo para todos os vampiros criado por um 
            senhor. Vítima é um termo menos formal e elogioso.  
            Praxis – O direito de um príncipe em governar; o conjunto de regras, 
            leis e costumes adotados por um príncipe em particular.
            Primigênie – Os líderes da cidade ou o concílio legislador de 
            anciões. Aqueles que apóiam o príncipe e possibilitam o seu governo.
            Regente – Aquele que criou um Laço de Sangue sobre outro Membro, 
            oferecendo-lhe sangue da Família três vezes. Vide Laço de Sangue.
            Lacaios – Humanos que servem a um mestre vampiro. Eles geralmente 
            são carniçais ou estão sob o domínio mental de um mestre vampiro. 
            Este controle às vezes é tão completo que os mortais são incapazes 
            de executar qualquer ação por sua própria vontade. 
            Sereia – Uma vampira que seduz mortais, mas que não os mata e suga 
            apenas um pouco de sangue depois de colocar o mortal em sono 
            profundo. Vide Sedutora.
            Suspiro – A dança do sonho durante o estágio final da busca pela 
            Golconda.
            Terceiro Mortal – Caim, o progenitor de todos os vampiros, segundo o 
            Livro de Nod.
            Escravo – Um vampiro que é mantido sob um Laço de Sangue, e portanto 
            sob o controle de outro Membro.
            Vitae – Sangue.
            Wassail – A liberação final e o último frenesi. O Wassai ocorre 
            quando os últimos vestígios de humanidade são perdidos e um vampiro 
            mergulha na loucura.
            Cria – Termo pejorativo para um vampiro jovem; Originalmente usado 
            apenas como referência à própria progênie do indivíduo.
            Gente – Mortal, humano.
            Caçador de Bruxas – Um humano que procura por vampiros para 
            mata-los.
            Liberal – Nome atribuído a um Cainita que possui um interesse 
            obsessivo nos eventos e na cultura mortal.
            Termos Vulgares 
            As palavras abaixo são usadas com mais freqüência pelos anarquistas, 
            os vampiros mais jovens que desprezam e/ ou ignoram as tradições dos 
            anciões. Buscam estabelecer sua própria cultura e inventar sua 
            própria língua faz parte do processo. Obviamente, eles usarão o 
            Jargão Arcaico quando não tiverem outro termo para a mesma coisa. 
            Alguns anciões já usavam a forma vulgar de uma palavra quando 
            desejavam provocar um efeito mais forte ao falar.    
            Vira-latas – Um vampiro que não possui nenhum tipo de refúgio, mas 
            que resida num lugar diferente a cada noite. Também usado como 
            referência para os Membros que se alimentam de mendigos e outros 
            sem-teto. 
            Assalto – A prática, muito difundida entre Membros jovens, de roubar 
            sangue de bancos de sangue. Sangue resfriado e removido há muito 
            tempo do corpo é menos satisfatório, mas alguns neófitos adoram 
            entrar num banco de sangue e beber até caírem. Muitos príncipes 
            consideram esta prática uma brecha na Máscara.
            Ladrão de Banco – Um Membro que adere à prática do Assalto.
            Mão Negra – Uma seita envolvida na Diablerie. Vide Sabá.
            Portador – Um vampiro que contrai uma doença infecto-contagiosa e 
            subseqüentemente a espalha para cada fonte de quem se alimentar.
            Linhagem – A ancestralidade de um vampiro.
            Laço de Sangue – Uma servidão em grau místico a outro vampiro, 
            decorrente da Jura de Sangue. Ver Regente.
            Marionete de Sangue – Um Membro que é mantido sob a regência de 
            outro. A marionete de sangue foi submetida a um Laço de Sangue e não 
            está mais livre.
            Boboleta – Indivíduo que se infiltra na alta sociedade dos mortais, 
            alimentando-se apenas dos ricos e famosos.
            Casanova – Um vampiro que se delicia em seduzir mortais, mas não os 
            mata, sugando apenas um pouco do sangue, apagando o evento da 
            memória da vítima depois de ter terminado. Há rumores de que o 
            Casanova original era (ou é) um vampiro, mas geralmente não se crê 
            nisso. Vide Cauchemar.
            A Mudança – O momento e o processo de tornar-se vampiro. Vide 
            Gênese.
            Amaldiçoados, Os – Os imortais, a raça dos mortos-vivos. Os vampiros 
            como um todo.
            Doador – Uma fonte potencial ou passada, normalmente um humano.
            Fazendeiro – Termo pejorativo para um vampiro que cria animais com o 
            propósito de se alimentar. Vide Vegetariano.
            Feudo – Termo sarcástico para o domínio de um clã ou príncipe.
            Cabeça – Um vampiro que se alimenta daqueles que estão sob 
            influência de uma droga, de modo a sentir o efeito. O termo Cabeça  
            é usado associado ao vício correspondente, caso o vampiro prefira 
            uma droga em especial.
            Caçador de Cabeças – Um ancião que caça outros Membros pelo seu 
            sangue. Vide Degenerado, Diablerie.
            Lambedor – Um vampiro. Veja Membro.
            Zona, A – O terreno de caça representado pelos clubes noturnos, 
            bares e outros locais de entretenimento onde os mortais dancem, 
            bebam e procurem a companhia do sexo oposto. 
            Abutre – O vampiro que use a Zona como território de caça é um 
            Abutre no jargão vulgar. Pappilon e Burguês são termos 
            progressivamente mais antigos que significam o mesmo.
            Velho do Sono – Um vampiro que se alimente apenas de vítimas 
            adormecidas. Vide Cauchemar.
            Vadiagem – O ato de alimentar-se dos sem-teto e mendigos. Um vampiro 
            que faça apenas isso é um Vadio. 
            Caçador – Um mortal que caça os Membros. Vide Caçador de Bruxas.
            Sedutora – Um termo às vezes usado para uma fêmea que se comporte 
            com Casanova.
            Território – A cidade, ou seção da cidade que os vampiros tentem 
            reivindicar para si mesmos. Vide Feudo, Domínio.
            Vegetariano – Termo sarcástico para um vampiro que se recuse a sugar 
            sangue de humanos, preferindo alimentar-se de animais. Vide 
            Fazendeiro.


Dicionario vampirico, Tirado do site: Spectrum
download do texto original: DOWNLOAD
             

Nova Parceria... Diabolico e Sinistro !!!

domingo, 19 de junho de 2011

Vampiros




A palavra Vampiro surgiu por volta do século XVIII. Tem origem no idioma sérvio como Vampir, e sua forma básica é invariável nos idiomas tcheco, russo, búlgaro e húngaro.
Lendas oriundas da Eslováquia e da Hungria, estabelecem que a alma de um suicida deixava seu sepulcro durante as noites para atacar os humanos, sugava o sangue e retornava como morcego para o túmulo, antes do nascer do sol. Assim, suas vítimas também tornavam-se vampiros após a morte. As civilizações da Assíria e Babilônia, também registram lendas sobre criaturas que sugavam sangue de seres humanos e animais de grande porte. Outros mitos pregam que as pessoas que morrem excomungadas, tornam-se mortos-vivos vagando pela noite e alimentando-se de sangue, até que os sacramentos da Igreja os libertem. Crianças não-batizadas, e o sétimo filho de um sétimo filho também se tornariam vampiros.
O lendário Livro de Nod, originalmente concebido por White-Wolf para o RPGVampiro - A Máscara, narra a origem dos vampiros. Além de A Crônica das Sombras revelando os ensinamentos ocultos de Caim; e A Crônica dos Segredosque revela os mistérios vampíricos.
A tradição judaico-cristã, prega a origem dos vampiros associada aos personagens bíblicos Caim e Abel. Como é descrito, Caim foi amaldiçoado por Deus pelo assassinato de seu irmão, Abel. Os Anjos do Criador foram até ele exigir que se redimisse. Orgulhoso, recusou-se e acatou as punições impostas pelos Anjos. A partir deste momento, Caim via-se condenado a solidão e vida eterna, temendo o fogo e a luz, longe do convívio dos mortais.
Caim foi anistiado por Deus após sofrer durante uma era inteira. De volta ao mundo terreno dos homens, fundou e fez-se rei da primeira cidade chamada Enoque. Mas ainda temia a luz, o fogo, e a solidão da eternidade.
Passado-se muitos anos de prosperidade em Enoque, Caim ainda sentia-se só devido a sua imortalidade. Abatido e desmotivado, acabou por cometer outro grande erro: gerou três filhos, que posteriormente geraram outros. Seguiram-se tempos de paz até que chegou o grande dilúvio e lavou toda a Terra. Na cidade de Enoque, sobreviveram apenas Caim, seus filhos, netos e uns poucos mortais. Caim recusou-se a reconstruir a cidade, pois considerava o dilúvio um castigo divino por ter subvertido as leis naturais e gerado seres amaldiçoados como ele. Assim, sua prole reergueu Enoque e assumiu o poder perante os mortais.
Após um período de paz e prosperidade, os sucessores de Caim passaram a travar batalhas entre si. A autoridade dos governantes foi revogada, e tanto os mortais como os membros da prole sentiam-se livres para fundar outras cidades e tornar seu próprio rei. Dessa forma, os imortais ascendentes de Caim, espalharam-se por toda a Terra.
Nesta versão da origem dos vampiros, vimos que tudo teve início com uma maldição divina atribuída a Caim, e depois herdada por sua prole. Porém, torna-se muito difícil estabelecer um limite entre os fatos e as lendas que circundam o mito vampírico, já que boa parte destas informações confunde-se entre os relatos e pesquisas históricas coerentes, com a ficção dos filmes e RPG’s.
Na lenda de Caim, a conotação do termo Vampiro ainda está ligada apenas ao sentido de imortalidade, solidão e aversão a luz. A relação estabelecida entre a longevidade e a sede pelo sangue (que caracteriza a imagem mais comum dos vampiros), deve-se possivelmente, a personagens lendários que viviam anos incalculáveis alimentando-se de sangue humano, após terem firmado supostos pactos com entidades malignas. Outras versões são encontradas em diferentes culturas, e todas combinam fatos históricos com a crendice regional. Portanto, a maior parte dos povos possui uma entidade sobrenatural que alimenta-se de sangue, imortal e considerada maldita. O mito do vampiro é um ponto comum entre várias civilizações desde a Antigüidade.
Uma das maiores referências do mito vampírico é o sanguinário Vlad Tepes (ou Vlad III), que existiu realmente no século XV na Transilvânia. Porém, ele governou apenas a Valáquia, que era uma região vizinha. Apesar da crueldade extrema com os inimigos, Vlad III não possuía nenhuma ligação com os vampiros. O termo Drácula (Dracul, originalmente significa Dragão) foi herdado de seu pai, Vlad II, que foi cavaleiro da Ordem do Dragão. Provavelmente, a confusão se deu através da semelhança entre os termosDrache, que era o título de nobreza atribuído à Vlad II, e Drac que significaDiabo.
A relação entre Vlad III e o mito vampírico foi dada pelo escritor Bram Stocker. O autor de Drácula inspirou-se (provavelmente) nas atrocidades cometidas por Vlad III, e as incorporou em seu personagem principal. A partir deste momento, Vampiro e Drácula tornaram-se praticamente sinônimos na literatura e nas crenças populares.
No Brasil também encontra-se mitos relacionados aos vampiros e outros seres semelhantes. Neste caso, os registros entrelaçam-se com o rico folclore das várias regiões do país. Desde os centros urbanos, até as áreas menos desenvolvidas do Brasil, é comum ouvir-se relatos dos ataques sanguinários de criaturas que perambulam pelas madrugadas. Na maioria das vezes, essas histórias assemelham-se muito com as lendas européias.
Na mitologia indígena existe o Cupendipe, que apesar de não possuir a sede de sangue caracterizada pelos vampiros, possui asas de morcego, sai de sua gruta apenas durante a noite e ataca as pessoas usando um machado.
No nordeste brasileiro conta-se a história do Encourado. Um homem de hábitos noturnos, que usa trajes de couro preto, exalando um odor de sangria. O Encourado ataca animais e seres humanos para sugar-lhes o sangue. Prefere as pessoas que não freqüentam igrejas. Porém, os habitantes das cidades por onde o Encourado passa, oferecem-lhe o sacrifício de criminosos, crianças ou animais de pequeno porte.
Em Manaus, há relatos da presença de uma vampira que atacava os moradores, sugando o sangue através da jugular e deixando marcas de dentes em sua vítimas, exatamente como é contada nos cinemas. Após os ataques, a vampira corria em direção a um rio e transformava-se em sereia, desaparecendo na água. A Vampira do Amazonas possui a capacidade de transmutar-se e força física descomunal.
Em maio de 1973 no município paulista de Guarulhos, foi encontrado o corpo de um rapaz com as perfurações características em seu pescoço. Esse é apenas um exemplo da hipotética ação de vampiros em zonas urbanas. Neste caso, os relatos transcendem a fronteira da boataria e do folclore.

Fonte: Spectrum

quarta-feira, 15 de junho de 2011

(S)aint - Marilyn Manson

Marilyn Manson ! !! !!! !!!

 -.- todos sabem que ele é estranho demais!.

Não gosto das letras dele, ele é muito macabro, só acho que para esse blog seria interessante pelo tema ser meio que demoniaco! ! Mais uma vez, dizendo que eu não sou Satânico, muito menos quero que vocês se tornem Satânicos um dia! Eu só estou postando oque eu acho que seria bom pro Blog! E esse clip(todos os clipes dele é bem estranho!) é muito dahora tipo, pra terror! alguma critica sobre o blog, ou algo assim é só postar um comentario! emfim:


Letra!:

(S)aint

I don't care if your world is ending today
Because I wasn't invited to it anyway
You said I tasted famous, so I drew you a heart
But now I'm not an artist,I'm a fucking work of art
I've got an F and a C and I got a K too
And the only thing missing is a bitch like U

You wanted perfekt
You got your perfekt
But now I'm too perfekt for someone like you
I was a dandy in your ghetto with
A snow white smile but you'll
Never be as perfekt whatever you do

What's my name, what's my name?
Ah ah, ah ah,
Hold the S beacuse I am an AIN'T
What's my name, what's my name?
Ah ah, ah ah,
Hold the S beacuse I am an AIN'T

I am a bone-top, a death's head
On a mopstick
You infected me, took diamonds
I took all your shit
You sell-by date expired,
So you had to be sold
I'm a suffer-genius and a vivi sex-symbol

You wanted perfekt
You got you perfekt
But now I'm too perfekt for someone like you
I was a dandy in your ghetto with
A snow white smile but you'll
Never be as perfekt whatever you do

What's my name, what's my name?
Ah ah, ah ah,
Hold the S beacuse I am an AIN'T
What's my name, what's my name?
Ah ah, ah ah,
Hold the S beacuse I am an AIN'T

I've got an F and a C and I got a K too
And the only thing missing is a bitch like U
I've got an F and a C and I got a K too
And the only thing missing is a bitch like U
I was a dandy in your ghetto whit a snow white smile
Super ego-bitch, I've been evil awhile
I was a dandy in the ghetto whit a snow white smile
Super ego-bitch, I've been evil awhile

What's my name, what's my name?
Ah ah, ah ah,
Hold the S beacuse I am an AIN'T
What's my name, what's my name?
Ah ah, ah ah,
Hold the S beacuse I am an AIN'T



Tradução!:

(não)santa

Eu não ligo se seu mundo está acabando hoje
Porque eu não fui convidado pra isso
Você disse que provei a fama, então te desenhei um coração
Mas não sou um artista, sou uma maldita obra de arte
Eu tenho um F e um C e tenho um K também
E a única coisa que falta é uma vadia como você


Você quis perfeição
Você tem sua perfeição
Mas agora sou muito perfeito para alguém como você
Eu era um almofadinha no seu gueto com
Um sorriso branco como a neve e você
Nunca será perfeito em qualquer coisa que faça


Qual é meu nome? Qual é meu nome?
Ah,ah,ah, ah
Segure o S por que santo eu não sou
Qual é meu nome? Qual é meu nome?
Ah,ah,ah,ah
Segure o S por que santo eu não sou


Sou uma caveira, uma cabeça da morte
Em um pedaço de pau
Você me infectou, levou diamantes
Eu levei toda a sua merda
Sua data de validade acabou
Então você teve que ser vendido
Sou um gênio sofredor e um símbolo sexual


Você quis perfeição
Você tem sua perfeição
Mas agora sou muito perfeito para alguém como você
Eu era um cara no seu gueto com
Um sorriso branco como a neve e você
Nunca será perfeito em qualquer coisa que faça


Qual é meu nome? Qual é meu nome?
Ah ah, ah ah,
Segure o S por que santo eu não sou
Qual é meu nome? Qual é meu nome?
Ah ah, ah ah,
Segure o S por que santo eu não sou


Eu tenho um F e um C e tenho um K também
E a única coisa que falta é você
Eu tenho um F e um C e tenho um K também
E a única coisa que falta é uma vadia como você
Eu era um almofadinha no seu gueto, com um sorriso branco como a neve
Vadia com um Superego, fui mal por um tempo
Eu era um cara no seu gueto, com um sorriso branco como a neve
Vadia com um Superego, fui mal por um tempo


Qual é meu nome? Qual é meu nome?
Ah ah, ah ah,
Segure o S por que santo eu não sou
Qual é meu nome? Qual é meu nome?
Ah ah, ah ah,
Segure o S por que santo eu não sou

Tradução e letra retirada do site Letras.mus.br

Emfim o Video:


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